Pequenos e médios laboratórios: uma solução prática e viável para a crise!

Por Humberto Façanha*

Em minha atividade de ministrar aulas, costumo reiterar aquilo que convencionei chamar de “Primeira disrupção do mercado das análises clínicas no Brasil”. Este evento foi caracterizado por um processo que, no decorrer de um tempo, levou à precipitação geral nos preços dos exames. Na sua origem, temos fundamentalmente, causas conjunturais, dentre das quais a principal foi a socialização da medicina (convênios, seguros, etc.) e, estruturais, cujo expoente foi a produção industrial de exames, gerando efeito devastador sintetizado pela ruptura no equilíbrio entre demanda e oferta.

Tudo isto aliado à carência de gestão profissional, resultou no problema chave da primeira disrupção: RISCO CRESCENTE DE INSOLVÊNCIA DOS LABORATÓRIOS CLÍNICOS, DECORRENTE DA QUEDA NA COMPETITIVIDADE. Neste cenário complicado, os gestores laboratoriais vão enfrentar a segunda disrupção, já iniciada e tipificada pelo contexto da indústria 4.0 (fábricas inteligentes), internet das coisas, sistemas ciber-físicos, computação em nuvem, realidade ampliada, big data, tecnologias vestíveis e, por aí vai! As relações entre os diversos atores do “cluster da saúde” serão realizadas de formas cada vez mais remotas e, a crescente conscientização da saúde pessoal, deverá produzir um novo cidadão com novas exigências.

Com tal conjuntura, a sobrevivência e a lucratividade dos laboratórios clínicos exigirá a necessidade de GESTÃO PROFISSIONAL. TRATA-SE DE REQUISITO MÍNIMO, ATRIBUTO MANDATÓRIO PARA PERMANECER NO MERCADO. Ocorre que os pequenos e médios laboratórios normalmente não têm condições de contratar gestores capacitados para o imenso desafio colocado, restando a alternativa dos próprios sócios buscarem especializações nesta área. Ainda assim, fica muito difícil enfrentar e resolver o problema. É exatamente neste momento no qual a Unidos Consultoria e Treinamento pode ajudar e muito!

Desenvolvemos e implantamos em mais de uma centena de laboratórios localizados em todas as regiões do País, sistemas de gestão profissional, cuja implementação pode ser presencial ou à distância. Para os pequenos e médios laboratórios disponibilizamos os seguintes produtos: 1) Programa de Proficiência em Gestão Laboratorial – PPGL. 2) Sistema de Apoio à Decisão Rápida e Inteligente – SADRI. Tratam-se de produtos inéditos, únicos no mercado brasileiro na área de gestão econômica. Suas estruturas são compostas por fórmulas já existente nas ciências contábeis, matemática e economia, acrescidas de novas fórmulas e equações, bem como sequências lógicas inovadoras. Tudo isto acrescido de algo que ninguém tem: um processo de BENCHMARKING COMPETITIVO para mais de duzentos indicadores de desempenho! Sabemos que a gestão de um laboratório clínico se resume em controlar os seus processos. Só pode ser controlado aquilo que é medido e comparado. Portanto, não basta medir os processos através dos indicadores, é necessário estabelecer metas. Estas são adequadamente estabelecidas por meio de um benchmarking competitivo, que funcionalmente opera como os valores referenciais dos exames. Que seria dos pacientes se os médicos não dispusessem dos valores referenciais dos exames? Não poderiam ser analisados, não haveriam diagnósticos, identificação de causas e muito menos terapêutica. Ou seja, não poderiam ser tomadas providências em favor do paciente.

O mesmo ocorre com os laboratórios, só que neste caso, os pacientes são os laboratórios e os médicos seriam os gestores laboratoriais, os exames os indicadores e os valores referenciais as metas oriundas do processo de benchmarking competitivo. Face ao exposto, pergunto: pode um sistema de gestão ser eficiente e eficaz sem benchmarking competitivo? Logicamente que não. Então pergunto novamente: quem conhece algum sistema de gestão econômica para laboratórios dotado de benchmarking competitivo? Eu não, exceto o PPGL e o SADRI. E, caros leitores, vocês sabem porquê disto? Por uma razão simples: em um mercado extremamente competitivo, os concorrentes não querem revelar nada que possa colocar em risco suas organizações. E como nós conseguimos isto? Utilizando um método padronizado que viabiliza a comparação científica de informações. Que método é este?

Ele provém do Sistema de Gestão Custo Certo – SGCC, que foi implantado em dezenas de laboratórios em todas as regiões do País ao longo de doze anos. O processo assegura absoluta confidencialidade dos dados de cada participante, entretanto, todos concordam que sejam usados para compor um banco de dados, de forma anônima, onde a identidade de cada um é rigorosamente preservada. Desta maneira, o uso do banco de dados proporciona todos os valores referenciais, socializando os benefícios em prol de todo o grupo. Cada laboratório que implante o PPGL ou SADRI, desfruta de forma privativa, do conhecimento gerado por todos, também de forma anônima. Trata-se de sistemas de gestão baseados na fidúcia coletiva. Estamos operando desta forma há catorze anos em favor dos laboratórios do País. Vemos isto como uma missão! Finalmente lembre-se disto: em qualquer corrida (competição, concorrência), quem não mede a sua velocidade e compara com a do concorrente, não sabe em que posição anda. E quem não sabe onde anda, está perdido. Simples assim!

E você caro gestor laboratorial, tem medido a competitividade e o risco de insolvência do seu laboratório? Em caso positivo, tem comparado o resultado com a concorrência? Muito cuidado, pois mesmo estando lucrando bem hoje, amanhã um concorrente mais competitivo poderá lhe ultrapassar, se apossando do mercado que era seu, oferecendo produtos melhores, diferenciados e mais baratos. Os lucros do presente não estão assegurados para o futuro. Isto só pode ser esperado por aquelas empresas com gestão profissional. Fizemos a nossa parte no contexto da comunidade das análises clínicas. Criamos e oferecemos de forma acessível aos pequenos e médios laboratórios, os sistemas de gestão profissional PPGL e SADRI, que possibilitam hoje, a tomadas de decisões para um futuro inteligente, baseadas na identificação, mensuração e análise de problemas, causas e soluções.

Boa sorte e sucesso!


 

*Humberto Façanha da Costa Filho – professor e engenheiro, atualmente é diretor da Unidos Consultoria e Treinamento e do Laboratório Unidos de Passo Fundo/RS, professor do Centro de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas (CEPAC) da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC) e professor do Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo (IESA), curso de Pós-Graduação em Análises Clínicas.

Contato:

51-99841-5153

humberto@unidosconsultoria.com.br

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