Os principais estudos apresentados e atualizados no último ano em radioterapia serão tema de uma imersão científica durante o 28º Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT), que acontece de 29 de julho a 1º de agosto, em Brasília. A programação reunirá especialistas brasileiros e convidados internacionais para discutir evidências que vêm modificando decisões em diferentes tipos de câncer, da intensificação do tratamento em tumores de colo do útero e pulmão à possibilidade de reduzir sessões (com doses mais altas) ou até omitir radioterapia em grupos muito selecionados de pacientes com câncer de mama.
Entre os estudos de maior impacto está o INTERLACE, em câncer de colo do útero localmente avançado (estágio em que o tumor já se estendeu para estruturas próximas ao colo do útero, mas ainda não apresenta metástases em órgãos distantes). A pesquisa avaliou a inclusão de quimioterapia antes da quimiorradioterapia padrão. Após cinco anos, 72% das pacientes que receberam a estratégia com quimioterapia inicial estavam sem progressão da doença, em comparação com 64% no grupo tratado apenas com o esquema convencional. A sobrevida global em cinco anos também foi maior, passando de 72% para 80%. O estudo ganhou relevância porque utilizou medicamentos já conhecidos e disponíveis, em uma doença que ainda representa um importante problema de saúde pública em países como o Brasil.
No câncer de pulmão, o estudo LAURA estará entre os principais pontos de discussão. A pesquisa avaliou o uso de osimertinibe após quimiorradioterapia em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células localmente avançado (quando a doença está restrita ao tórax, mas não pode ser removida por cirurgia) e com mutação no gene EGFR. O medicamento reduziu em cerca de 84% o risco de progressão da doença ou morte. Um ano após o início do tratamento, 74% dos pacientes que receberam osimertinibe permaneciam vivos e sem piora do câncer, contra 22% daqueles que receberam placebo. Após três anos, 84% dos pacientes tratados com a terapia-alvo estavam vivos, em comparação com 74% no grupo controle. Os resultados reforçam a importância de integrar a radioterapia às terapias-alvo em tumores definidos por alterações moleculares.
“Os estudos mais recentes mostram que a radioterapia deixou de ser discutida apenas pela dose ou pelo número de sessões. Hoje, a pergunta é como integrar melhor a radioterapia com quimioterapia, imunoterapia, terapias-alvo, cirurgia e biomarcadores para oferecer o tratamento mais adequado a cada paciente”, afirma Raquel Guimarães, diretora de Assuntos Regionais da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT) e chefe da Divisão de Diagnóstico do HC1/INCA.
O congresso também discutirá estudos de desintensificação no câncer de mama, como o NRG-BR007, conhecido como DEBRA, que investiga se pacientes com tumores iniciais, hormônio-sensíveis, HER2 negativos e baixo risco genômico podem evitar radioterapia após cirurgia conservadora. Outro estudo em pauta será o NRG-BR008, ou HERO, voltado a pacientes com câncer de mama HER2 positivo de baixo risco, em investigação sobre a possibilidade de tratamento sem radioterapia em cenários específicos. A discussão reflete uma tendência da oncologia contemporânea: evitar tratamentos adicionais quando o risco de recidiva é muito baixo e quando a biologia do tumor permite decisões mais individualizadas.
Pulmão: radioterapia, imunoterapia e terapias-alvo no mesmo debate
O módulo de câncer de pulmão, em 30 de julho, abrirá a programação científica com uma discussão sobre personalização da radioterapia torácica em diferentes estágios da doença. A presença do radio-oncologista Joe Y. Chang, dos Estados Unidos, reforça o foco em decisões clínicas que combinam seleção de pacientes, técnicas modernas e integração com tratamentos sistêmicos.
A programação abordará desde a radioterapia estereotáxica corporal, conhecida como SBRT, em câncer de pulmão oligometastático, até questões práticas do planejamento, como uso do PET, tomografia com contraste e ajustes técnicos para proteger órgãos saudáveis sem comprometer a cobertura do tumor. Também haverá uma aula sobre a administração da radioterapia na era da imunoterapia e discussões específicas sobre toxicidades associadas à combinação de radioterapia com imunoterapia ou terapias-alvo.
Essa integração ganhou força desde o estudo PACIFIC, que estabeleceu o uso de durvalumabe após quimiorradioterapia em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células estágio III sem progressão da doença. Estudos sucessores vêm tentando refinar esse modelo. O PACIFIC-2 testou o durvalumabe desde o início da quimiorradioterapia, mas não demonstrou benefício adicional significativo em relação ao tratamento padrão. Já o PACIFIC-8 avalia a combinação de durvalumabe com domvanalimabe após quimiorradioterapia em pacientes com doença irressecável, como tentativa de ampliar o benefício da imunoterapia de consolidação.
O estudo LAURA acrescenta outra camada a essa discussão ao mostrar que, em tumores EGFR positivos, a estratégia após a quimiorradioterapia pode ser diferente da utilizada nos demais pacientes. Nesse caso, a terapia-alvo com osimertinibe mostrou ganho expressivo no controle da doença, reforçando a necessidade de testar alterações moleculares também nos pacientes com doença localmente avançada.
Colo do útero e tumores ginecológicos: novas estratégias e papel da braquiterapia
No módulo de ginecologia, em 31 de julho, especialistas discutirão o papel da braquiterapia e da radioterapia estereotáxica corporal (SBRT) como estratégias para administrar uma dose adicional de radiação diretamente na região do tumor, etapa conhecida pelos especialistas como boost. O objetivo é aumentar o controle local da doença, preservando ao máximo os tecidos saudáveis ao redor. O debate acontece em um momento de renovação das evidências no tratamento do câncer de colo do útero, impulsionada pelos resultados do estudo INTERLACE, um dos trabalhos mais influentes da oncologia ginecológica nos últimos anos.
O estudo avaliou pacientes com câncer de colo do útero localmente avançado, quando a doença já ultrapassou o colo do útero e atingiu tecidos vizinhos da pelve, mas ainda não se espalhou para órgãos distantes. A pesquisa testou a antecipação de parte do tratamento sistêmico antes da quimiorradioterapia padrão. Na prática, as pacientes receberam seis semanas de quimioterapia com carboplatina e paclitaxel antes da radioterapia associada à quimioterapia. Os resultados mostraram redução de aproximadamente 35% no risco de progressão da doença ou morte e de cerca de 39% no risco de morte. Após cinco anos de acompanhamento, 80% das pacientes que receberam a estratégia estavam vivas, em comparação com 72% daquelas tratadas apenas com o esquema convencional.
A programação também dará espaço à braquiterapia, técnica em que a radiação é aplicada muito próxima ou dentro da região do tumor. No câncer de colo do útero, ela é parte essencial do tratamento curativo em doença localmente avançada. O congresso discutirá quando a braquiterapia deve ser mantida como estratégia preferencial e em quais situações a SBRT poderia ser considerada como alternativa ou complemento.
“O câncer de colo do útero é um exemplo importante porque combina uma doença de grande impacto populacional com tratamentos altamente dependentes de organização da rede de cuidado. Não basta conhecer o estudo. É preciso discutir como garantir diagnóstico, acesso à radioterapia externa, braquiterapia, imagem e equipes treinadas em tempo adequado”, afirma Raquel Guimarães.
No câncer de endométrio, a nova classificação molecular também estará em pauta. A incorporação dessas informações permite separar tumores com comportamentos biológicos diferentes, o que pode influenciar a indicação de radioterapia, quimioterapia, braquiterapia ou acompanhamento.
Mama: o equilíbrio entre tratar melhor e tratar menos
O câncer de mama terá um módulo específico em 31 de julho, com foco na integração entre radioterapia e terapias sistêmicas, radioterapia pós-mastectomia e limites do ultra-hipofracionamento. A convidada internacional Wendy Woodward, do MD Anderson Cancer Center, nos Estados Unidos, ministrará aulas sobre radioterapia após mastectomia e sobre as situações em que esquemas mais curtos ainda exigem cautela.
Um dos estudos que ajudam a contextualizar esse debate é o FAST-Forward, que consolidou a possibilidade de realizar radioterapia adjuvante em apenas cinco sessões, ao longo de uma semana, em pacientes selecionadas com câncer de mama. Após cinco anos de acompanhamento, as taxas de controle da doença na mama tratada permaneceram equivalentes às observadas com o esquema tradicional de 15 sessões realizado em três semanas. Esse tipo de evidência tem impacto direto na rotina das pacientes, porque reduz deslocamentos, tempo de tratamento e utilização da infraestrutura hospitalar.
A programação do congresso, no entanto, também discutirá os limites dessa ampliação. Casos de pacientes jovens, tumores com axila positiva, radioterapia pós-mastectomia e drenagens linfáticas ainda exigem avaliação cuidadosa. Por isso, a proposta do módulo não é apenas defender tratamentos mais curtos, mas discutir em quais cenários eles são seguros e em quais ainda há incertezas.
Outro eixo será a omissão da radioterapia. O estudo DEBRA avalia mulheres de 50 a 70 anos, com câncer de mama inicial, receptor hormonal positivo, HER2 negativo, linfonodos negativos e escore de recorrência genômica igual ou inferior a 18. O objetivo é verificar se, nesse grupo de risco muito baixo, a hormonioterapia isolada pode oferecer controle adequado após cirurgia conservadora. Já o HERO investiga a desintensificação em tumores HER2 positivos de baixo risco, em um contexto no qual as terapias anti-HER2 melhoraram muito o prognóstico da doença.
Raquel Guimarães explica que esses estudos ainda não significam que a radioterapia possa ser retirada da maioria das pacientes. Ao contrário, indicam que a decisão precisa considerar idade, características do tumor, resposta ao tratamento sistêmico, risco de recidiva e preferências da paciente.
Próstata: menos sessões, biomarcadores e radioterapia de precisão
No dia 1º de agosto, o módulo geniturinário terá como destaque o câncer de próstata, com participação de Daniel Spratt, da University of Michigan, nos Estados Unidos. A programação abordará o estado atual da SBRT no tratamento primário, o uso de biomarcadores para definição terapêutica, radioterapia de resgate após prostatectomia e estratégias de dose e fracionamento.
A SBRT prostática é uma das áreas em que a redução do número de sessões se tornou mais discutida. O estudo PACE-B comparou a SBRT em cinco sessões com esquemas convencionais ou moderadamente hipofracionados em pacientes com câncer de próstata localizado. Após cinco anos, 95,8% dos pacientes tratados com SBRT estavam livres de falha bioquímica ou clínica, em comparação com 94,6% no grupo tratado com radioterapia convencional ou hipofracionada. O resultado demonstrou não inferioridade, ou seja, mostrou que o esquema mais curto não teve desempenho pior do que os esquemas mais longos no desfecho avaliado.
Na prática, a possibilidade de tratar pacientes selecionados em cinco sessões pode reduzir deslocamentos, liberar capacidade nos serviços e tornar o tratamento menos oneroso para o paciente e para o sistema de saúde. Mas a adoção exige planejamento rigoroso, controle de imagem, avaliação anatômica e equipe experiente.
O módulo também discutirá situações mais complexas, como pacientes de alto risco, indicação de tratamento multimodal, uso de hormonioterapia associada à radioterapia e decisões após cirurgia quando o PSA volta a subir. Nesses cenários, a personalização do tratamento passa a depender não apenas de exames de imagem, como PET-PSMA, mas também de fatores clínicos, patológicos e moleculares.
Tumores gastrointestinais: reto, fígado e pâncreas em discussão
O módulo de câncer gastrointestinal, em 30 de julho, abordará a evolução da radioterapia no câncer de reto, além das indicações e dos avanços no tratamento de tumores de fígado e pâncreas. A programação incluirá discussões interativas sobre diferentes estratégias de tratamento antes da cirurgia e sobre situações em que a radioterapia pode ou não ser necessária.
No câncer de reto, os últimos anos foram marcados por estudos que colocaram em debate a sequência ideal dos tratamentos e a possibilidade de preservar o reto em pacientes que apresentam resposta completa após quimioterapia e radioterapia. Isso transformou a radioterapia em parte de uma estratégia mais ampla, integrada a outras modalidades terapêuticas e a um acompanhamento cuidadoso da resposta ao tratamento.
Nos tumores de fígado, especialmente no carcinoma hepatocelular, a radioterapia ganhou espaço com técnicas mais precisas, capazes de concentrar doses mais altas no tumor e reduzir a exposição do fígado saudável. Já no câncer de pâncreas, o desafio é tratar uma região cercada por órgãos sensíveis, como estômago, intestino e duodeno. Por isso, as discussões abordarão recursos que ajudam a localizar o tumor com maior precisão e a compensar os movimentos naturais do corpo durante a respiração, permitindo direcionar a radiação de forma mais segura e precisa.
Conforme explica Raquel Guimarães, essas discussões mostram como a radioterapia moderna depende tanto de evidência clínica quanto de execução técnica. Em tumores próximos a estruturas críticas, os pequenos ajustes de imagem, margem e controle de movimento podem influenciar na segurança e eficácia.
Sistema nervoso central: gliomas, metástases cerebrais e novas fronteiras
Ainda em 30 de julho, o congresso terá sessões dedicadas ao sistema nervoso central, com foco em gliomas de baixo grau e metástases cerebrais. A programação vai discutir como a biologia molecular vem modificando decisões antes baseadas principalmente na aparência do tumor no microscópio.
Nos gliomas de baixo grau, o estudo INDIGO mudou o debate ao avaliar o vorasidenibe, uma terapia-alvo para tumores com mutações em IDH. A pesquisa mostrou ganho de sobrevida livre de progressão e adiamento de intervenções como radioterapia e quimioterapia em pacientes selecionados. Esse resultado não elimina o papel da radioterapia, mas torna mais complexa a decisão sobre o melhor momento para indicá-la.
Nas metástases cerebrais, o congresso discutirá a radiocirurgia estereotáxica em pacientes com múltiplas lesões. Tradicionalmente, muitos desses pacientes receberam radioterapia de todo o cérebro, estratégia associada a maior risco de efeitos cognitivos. Estudos e revisões recentes vêm reforçando que, em casos selecionados, a técnica pode ser considerada mesmo quando há várias metástases, desde que o volume total de doença, o estado clínico do paciente e o controle da doença fora do cérebro sejam avaliados com cuidado.
A programação também tratará de um desafio frequente após a radioterapia cerebral, que é diferenciar progressão tumoral, pseudoprogressão e radionecrose. Essas situações podem parecer semelhantes nos exames de imagem, mas exigem condutas diferentes.
Metástases ósseas: controle da dor, risco de fratura e SBRT
O módulo de metástases ósseas, em 1º de agosto, contará com a participação de Daniel Moore, do Sunnybrook Health Sciences Centre, no Canadá. As discussões abordarão desde a radioterapia paliativa convencional para controle da dor até o uso de SBRT em lesões selecionadas. A radioterapia é uma das principais ferramentas para aliviar dor causada por metástases ósseas. Em muitos casos, o objetivo é melhorar sintomas e preservar qualidade de vida. Em outros, especialmente quando há poucas lesões ou maior expectativa de vida, a SBRT pode ser considerada para entregar doses mais altas com maior precisão.
A programação também abordará a avaliação do risco de fratura, um ponto essencial para definir se o paciente deve receber radioterapia, cirurgia, estabilização ortopédica ou uma combinação dessas estratégias. Lesões na coluna exigem cuidado adicional, porque podem estar associadas a dor, instabilidade e risco de compressão neurológica.
Tecnologia, inteligência artificial e radioterapia adaptativa
Além dos módulos por tipo de câncer, o congresso terá sessões voltadas a tecnologia, segurança e fluxo de trabalho. Entre os temas estão radioterapia adaptativa, inteligência artificial aplicada à radioterapia, sistemas de monitoramento da superfície corporal em tempo real (SGRT), que ajudam a verificar o posicionamento do paciente durante o tratamento sem necessidade de radiação adicional; reirradiação de mama com controle respiratório e experiências com radioterapia adaptativa online guiada por tomografia.
A radioterapia adaptativa permite ajustar o planejamento ao longo do tratamento conforme mudanças anatômicas do paciente ou do tumor. Isso pode ser especialmente relevante em regiões sujeitas a variações diárias, como pelve, abdome, cabeça e pescoço. Com o auxílio de tomografias realizadas no próprio equipamento de radioterapia antes de cada sessão, a equipe pode verificar se houve alterações relevantes e adaptar o tratamento para manter a precisão da radiação. Equipamentos como MR-Linac, que combinam acelerador linear e ressonância magnética, também fazem parte dessa transformação. A visualização mais precisa de tecidos moles permite reduzir margens em alguns cenários e acompanhar melhor o posicionamento do tumor e dos órgãos próximos.
A inteligência artificial, por sua vez, vem sendo incorporada principalmente ao contorno automático de órgãos e estruturas-alvo, uma das etapas mais trabalhosas do planejamento. A tecnologia pode reduzir tempo, padronizar processos e apoiar equipes, mas ainda exige supervisão especializada. “A inteligência artificial e a radioterapia adaptativa não substituem a equipe. Elas ampliam a capacidade de planejamento, revisão e segurança quando usadas dentro de protocolos bem definidos. O ponto central é garantir que a tecnologia seja incorporada com critério, treinamento e avaliação de qualidade”, afirma Raquel Guimarães.
Acesso e sustentabilidade também entram na pauta
A discussão científica ocorrerá em paralelo a um debate sobre acesso. Em 31 de julho, o congresso terá um módulo dedicado a políticas públicas e sustentabilidade, com temas como situação atual da radioterapia no Brasil, programas de ampliação do acesso, portarias do Ministério da Saúde, residência médica, Programa Mais Especialistas e incorporação de tecnologias no SUS e na saúde suplementar.
O tema é estratégico porque muitos dos avanços discutidos no congresso dependem de infraestrutura, equipes treinadas, equipamentos atualizados, planejamento adequado e integração com outros serviços de oncologia. No Brasil, o acesso à radioterapia ainda é desigual, com diferenças regionais importantes e impacto direto sobre o tempo entre diagnóstico e início do tratamento.
Além da programação principal, o congresso contará com atividades paralelas voltadas à formação multiprofissional, incluindo o 16º Encontro de Residentes Médicos em Radioterapia, a 25ª Jornada de Física Médica, o 22º Encontro de Enfermagem, o 7º Encontro de Dosimetristas e o 21º Encontro de Técnicos e Tecnólogos em Radioterapia.
Com quatro dias de programação, o 28º Congresso da SBRT buscará conectar evidência científica, inovação tecnológica e desafios concretos de implementação. A proposta é discutir não apenas o que há de novo na radioterapia, mas quais avanços já têm força para mudar decisões clínicas, quais são os avanços que ainda precisam de maturação e como aproximar essas transformações da realidade dos pacientes brasileiros.
Serviço
28º Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT)
Quando: 29 de julho a 1º de agosto de 2026
Onde: Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, Brasília (DF)
Informações e inscrições: www.congressosbrt.com.br
Credenciamento de imprensa: Bárbara Conti (11) 98203-4946 | barbara@sensucomunicacao.com.br; Moura Leite Netto (11) 99733-5588 | moura@sensucomunicacao.com.br.

Dra. Raquel Guimarães
Sobre a Sociedade Brasileira de Radioterapia
A Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT), fundada em 1998, é uma associação civil, associativa e científica, sem fins lucrativos, que representa os médicos radio-oncologistas registrados no Brasil. Mais informações em: https://sbradioterapia.com.br/