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Painel genético avalia mutações associadas ao desenvolvimento da Leucemia Mieloide Aguda (LMA)

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Fevereiro Laranja marca o mês da conscientização e alerta à leucemia. Tipo mais comum em adultos é a Leucemia Mieloide Aguda (LMA)

De acordo com uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) realizada em 2018, entre aquele ano e 2019 devem surgir no país 1,2 milhão de novos casos de câncer no Brasil. Um dos tipos da doença é a leucemia, câncer que afeta o sangue. A doença não escolhe idade ou sexo e aparece sem avisar. Por isso, o Fevereiro Laranja é dedicado a conscientizar e alertar a população sobre a leucemia.

A doença maligna é originada na medula óssea e acomete os leucócitos, também conhecidos como glóbulos brancos, os quais começam a se reproduzir de maneira descontrolada, dando início aos primeiros sinais da leucemia. O tipo mais comum em adultos é a Leucemia Mieloide Aguda (LMA). Ela se caracteriza por uma produção de células imaturas pela medula óssea, os mieloblastos, que se desenvolvem em células leucêmicas.

Alguns sintomas iniciais da doença são similares àqueles vistos em uma gripe ou outras doenças comuns, como febre, fadiga, dificuldade respiratória, dor nos ossos, infecções, sangramento frequente, entre outros.

Pacientes com síndrome de Down e algumas outras doenças genéticas também apresentam risco aumentado em desenvolver a LMA. “Alterações genômicas estão presentes em cerca de 97% dos casos de LMA e sua identificação é fundamental para a correta estratificação prognóstica e definição terapêutica”, afirma João Bosco Oliveira, médico imunologista, especialista em genética, responsável técnico da Genomika Diagnósticos, laboratório de genética clínica do Recife.

Embora as causas deste câncer não sejam completamente conhecidas, o médico alerta que a exposição à radiação, a alguns compostos químicos como o benzeno (encontrado na gasolina e em cigarros) e a drogas quimioterápicas são fatores de risco. Assim como o envelhecimento e a existência de doenças sanguíneas prévias, como mielodisplasia, mielofibrose, policitemia vera, entre outras.

Dr. João Bosco de Oliveira – médico fundador do laboratório Genomika Diagnósticos.
Foto: Lusco
Setembro/2013

Pesquisas apontam que a carência de informações clínicas, como as provenientes das pesquisas de mutações moleculares, dificultam a correta estratificação de risco e o tratamento dos pacientes brasileiros. Sendo assim, mais que uma tendência da medicina atual, testes genéticos específicos são essenciais para a adequada definição terapêutica em hematologia. “Na Genomika, disponibilizamos o Painel Mieloide, painel genético que avalia simultaneamente mutações em 38 genes que ajudam a definir o prognóstico e o tratamento de LMA e outras neoplasias hematológicas”, informa Dr. Bosco.

Sobre a Genomika Diagnósticos

A Genomika Diagnósticos é um laboratório que realiza testes inovadores de sequenciamento genético. Um dos pioneiros do Brasil a trazer a tecnologia de sequenciamento de segunda geração para o diagnóstico clínico de doenças raras, tumores e cânceres, o laboratório conta com uma equipe de especialistas nas diversas áreas de biologia molecular, citometria de fluxo, citogenética e bioinformática.  Possui mais de 500 testes genéticos no portfólio e atua com diversos planos e operadoras de saúde. Com sede no Recife e unidade própria em São Paulo, a Genomika Diagnósticos atua de forma cooperada com parceiros em outros Estados, coletando amostras em diversas cidades. Em 2015, firmou parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein para aumentar a oferta de testes genéticos no Brasil e a partir dessa parceria, em 2018 lançou o Centro de Medicina Personalizada, que permite o tratamento ainda mais individualizado para os pacientes. Até o final de 2019, a previsão é de abertura de mais unidades próprias da Genomika em Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

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