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A Bio-Rad Destaca a Importância da Detecção das Hemoglobinas Variantes no Teste de Hemoglobina Glicada (HbA1c)

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Porque devemos detectar as Hemoglobinas Variantes no teste de hemoglobina glicada (HbA1c) se o médico quer somente o resultado da HbA1c?

Esta é uma das perguntas que atualmente muitas pessoas da área da saúde, principalmente os que executam e analisam este teste nos laboratórios, estão fazendo. Existem muitas técnicas, tais como Turbidimetria eoutras técnicas deHPLC, que não são capazes de detectar as hemoglobinas variantes aorealizar os testes de HbA1c.

Muitos acreditam que pelo fato destas técnicas não serem capazes de detectar as hemoglobinas variantes, estas não interfiram no resultado final da HbA1c. O que é uma inverdade.

Existem dois dias de interferência que podem ocorrer ao realizar o teste: interferência analítica, que depende do sistema utilizado e a interferência clínica, que depende da amostra analisada. No que diz respeito à interferência clínica, muitas hemoglobinas variantes provocam a diminuição do ciclo de vida da hemácias. Em alguns casos o tempo de vida das hemácias podediminuir em 25%, como é o caso da Hb S, a variante da hemoglobina mais comum no Brasil. Como as técnicas de OUTRAS TÉCNICAS DE HPLC e Turbidimetria não detectam as hemoglobinas variantes, estas informações se perdem, e podem impactar na conduta terapêutica.

A ADA – Associação Americana de Diabetes – publicou em uma das suas revistas o seguinte texto:

Anemias/Hemoglobinopatias

“A interpretação dos níveis de A1C na presença de determinadas anemias e hemoglobinopatias é particularmente problemática. Para pacientes com uma hemoglobina anormal, mas renovação eritrocitária normal, como o traço falciforme, um ensaio de A1C sem interferência de hemoglobinas anormais deve ser usado.Em situações de renovação eritrocitária anormal, como gravidez, perda de sangue ou transfusão recente, ou algumas anemias, apenas os critérios de glicemia devem ser usados para diagnosticar o diabetes”. Diabetes Care, vol. 37, Suplemento 1, Janeiro de 2014.

O problema nestes casos é: como saber se o paciente é portador de algum tipo de hemoglobinopatia, se a técnica utilizada não é capaz de detectar tais condições?

Já em uma publicação do Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, aborda o tema da seguinte maneira:

“A dosagem de A1C em pacientes portadores de hemoglobina variante heterozigótica (exemplos: hemoglobinas C, S, E, D, Fetal, Graz, Sherwood Forest, Padova) resulta valores falsamente elevados ou diminuídos, conforme a metodologia aplicada. Alguns métodos, baseados na cromatografia por troca iônica, podem identificar a presença de alguns tipos de hemoglobinas variantes, permitindo uma análise mais criteriosa do resultado. Os métodos que utilizam o princípio do imunoensaio não são capazes de detectar a presença das diferentes hemoglobinas variantes”. J. Bras. Patol. Med. Lab. vol.45 no. 1 Rio de Janeiro Feb. 2009

Já em casos de homozigoze, ou seja, o paciente não tem hemoglobina A, as técnicas de Turbidimetria e OUTRAS TÉCNICAS DE HPLC, liberam o resultado de A1c. Como liberar o resultado de A1c, sendo esta uma das frações da HbA? Nestes casos o médico está recebendo resultados errados de hemoglobina glicada, o que pode ser um grande problema para o paciente e para a conduta terapêutica.

No Brasil, Devido ao alto índice de miscigenação, a dispersão dos genes para as hemoglobinas variantes e para talassemias é alta. Isso significa que o fato de vários povos de diferentes etnias terem imigrado para o país resulta numa maior prevalência dessas doenças genéticas. (NAOUM, 1982b; VIANA-BARACIOLI el al., 2001). É um dos países onde há uma das maiores variações dessas hemoglobinas.

A técnica utilizada pela Bio-Rad é o HPLC por Troca Iônica, que é “Gold Standard”, que identifica e quantifica as principais hemoglobinas variantes e algumas outras mais raras, sem que essas interfiram tecnicamente no resultado final da HbA1c.  Algumas hemoglobinas mais raras podem sobrepor à hemoglobina A1c, elevando essa fração a níveis muito altos. Mas dadas as características do resultado, seria impossível a liberação errada do resultado. A indicação nestes casos seria testes tais como albumina glicada ou frutosamina.


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