Diagnóstico por imagem no Brasil, FIDI completa 40 anos com expansão tecnológica | Newslab

40 anos de excelência em diagnóstico por imagem no Brasil

Nos últimos 5 anos a Fundação cresceu 44,9% e aposta em tecnologia para acelerar diagnósticos e ampliar acesso

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) completa 40 anos consolidada como a maior prestadora de serviços de diagnóstico por imagem do Brasil.  

Presente em mais de 100 unidades de saúde, a FIDI realizou cerca de 4,8 milhões de exames apenas em 2025, um crescimento de 11% em relação a 2024. Entre os exames que a FIDI realiza como ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X, densitometria óssea, medicina nuclear e hemodinâmica, os raios-X são a principal modalidade em volume, contabilizando 2,3 milhões de exames realizados em 2025.   

Fundada por médicos professores da Escola Paulista de Medicina, atual Unifesp, reúne assistência, ensino e pesquisa e apoia hospitais e serviços públicos na ampliação do acesso a exames e no ganho de eficiência assistencial.  

Toda a operação é sustentada por um modelo filantrópico que de 2019 a 2023, para cada R$1,00 investido à título de imunidade tributária, a FIDI retornou R$10,90 em benefício da saúde e bem-estar da população e do desenvolvimento sustentável do Brasil. De 2024 a 2025, esse número aumentou para R$ 12,03 de retorno para a sociedade. 

Celebrar 40 anos é reafirmar o propósito que nos move desde a princípio, salvar vidas por meio do diagnóstico por imagem, ampliando o acesso à saúde de qualidade no Brasil. A FIDI nasceu na academia, cresceu atendendo o sistema de saúde pública e hoje é reconhecida por levar inovação, eficiência e cuidado humanizado a milhões de pessoas todos os anos”, afirma Simone Vicente, CEO da FIDI.  

Ao longo de quatro décadas, a FIDI foi protagonista na adoção e no desenvolvimento de soluções que aceleram diagnósticos e apoiam decisões clínicas em ambientes hospitalares. Um dos marcos é a telerradiologia, que hoje responde por mais de 76% dos laudos emitidos pela Fundação, permitindo cobertura 24 horas por dia, sete dias por semana, e acesso a especialistas mesmo em regiões com menor disponibilidade de radiologistas.   

Na frente de inovação, a inteligência artificial é um pilar que agrega soluções desenvolvidas e validadas pela FIDI passaram a apoiar a prática clínica ao priorizar casos, acelerar fluxos e ampliar a precisão na leitura de exames. Em unidades de pronto atendimento, a tecnologia contribuiu para reduzir em mais de 90% o prazo de entrega de resultados, além de apoiar na identificação de até 80 achados clínicos, com respaldo científico.  

A Fundação também atua em projetos de interoperabilidade, integração a sistemas hospitalares, governança e segurança da informação, além de modernizações tecnológicas voltadas à eficiência e à experiência do paciente. Em um exemplo recente, a revitalização de área de diagnóstico por imagem com equipamentos de última geração e ambientação humanizada contribuiu para reduzir o prazo médio de ressonância magnética de 72 para 24 horas e o de tomografia computadorizada de 36 para 24 horas.  

Nossa história é marcada pela capacidade de transformar pesquisa e inovação em soluções reais para a saúde pública. Cada investimento em tecnologia, cada parceria e cada projeto desenvolvido têm como foco melhorar o desfecho clínico do paciente e apoiar o médico na tomada de decisão”, completa Simone Vicente.  

Além da operação hospitalar, a FIDI mantém iniciativas que ampliam o acesso ao diagnóstico para populações em diferentes regiões. Um exemplo é a Carreta da mamografia do Programa Mulheres de Peito, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo operacionalizada pela Fundação, e apenas em 2025 passou por 150 municípios e realizou 60 mil exames, contribuindo para o rastreamento e o diagnóstico precoce. 

Em 2026 a projeção é que seja um ano histórico para a FIDI, sendo o primeiro a romper a barreira dos 5 milhões de exames. Esse número estimado é possível medir pelo ritmo de crescimento visível em janeiro de 2026 que apresenta 4,9% a mais de exames realizados quando comparado a janeiro de 2025.  

Para os próximos anos, a Fundação pretende ampliar o impacto da inovação na saúde pública e fortalecer o diagnóstico por imagem como eixo central de uma medicina mais eficiente, preventiva, conectada e humana.  

Acreditamos em um futuro no qual o diagnóstico por imagem será cada vez mais rápido, preciso, conectado e sustentável. Nosso compromisso é continuar investindo em inovação com responsabilidade, formando profissionais, produzindo ciência e levando tecnologia de ponta para onde ela é mais necessária”, afirma Simone Vicente.