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Com antecipação da temporada de vírus respiratórios, como o H1N1, o diagnóstico rápido e preciso faz diferença na prevenção

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Teste molecular da bioMérieux detecta e diferencia vírus respiratórios e fornece o resultado em até 1 hora; métodos tradicionais demandam 24 horas

Ao longo dos últimos anos, uma tendência tem sido percebida pelos profissionais da área de saúde quando o assunto é vírus respiratórios: eles têm circulado cada vez mais cedo, antecipando-se para os meses de março e abril, o que torna o diagnóstico rápido e preciso essencial na prevenção.

As doenças respiratórias são responsáveis por um grande número de hospitalizações e mortes em todo o mundo. O diagnóstico clínico, baseado apenas em sinais e sintomas, é dificultado pela similaridade do quadro causado por estes vírus, especialmente em crianças. Sobretudo em casos como o Influenza H1N1, que pode até mesmo levar à morte, é essencial agilizar o diagnóstico para apoiar a tomada de decisão da equipe médica, possibilitar a terapia correta e evitar o uso indiscriminado de antibióticos.

Para suprir esta necessidade, a bioMérieux, empresa francesa líder mundial em diagnóstico in vitro, oferece no Brasil uma solução voltada ao diagnóstico rápido do H1N1: o Sistema FilmArray®.

O Sistema FilmArray® foi desenvolvido pela BioFire, empresa do grupo bioMérieux. O Sistema utiliza a técnica de biologia molecular, porém não exige pessoas especializadas para o seu manuseio, nem ambiente de laboratório com estrutura para testes de Biologia Molecular. Ele consiste em uma estação de trabalho na qual é inserido o painel – um cartucho a vácuo –, com diferentes reservatórios, onde ficam os reagentes. Nele é injetada a solução de hidratação por sistema a vácuo e depois a amostra a ser analisada.

O painel é colocado no FilmArray® (cujo tamanho aproximado é o de um notebook) e tem início a análise da amostra: os ácidos nucleicos são extraídos, para que o DNA e o RNA sejam purificados.

Finalmente, por meio da técnica chamada Multiplex PCR, em que um fragmento específico da molécula de DNA é amplificado milhares de vezes em curto espaço de tempo, os microrganismos presentes são aumentados e a detecção é realizada, por meio da tecnologia Microarray. Ao final, o software do sistema FilmArray® analisa e libera um relatório com os resultados da amostra. Todo o processo leva apenas uma hora para ser concluído.

O equipamento acaba de obter o registro na Anvisa, assim como um dos painéis, o FilmArray® Respiratory Panel, que detecta e identifica 20 microrganismos, 17 vírus e 3 bactérias, entre eles o vírus H1N1.
1O método utiliza como amostra a secreção de nasofaringe e em razão da alta sensibilidade oferece aproximadamente 100% de precisão.
Os testes convencionais disponíveis no mercado utilizam o método de Imunofluorescência, onde corantes fluorescentes são usados para visualização dos antígenos nos tecidos ou em suspensões celulares. Nesta técnica são necessárias pelo menos duas horas para detectar se há ou não o vírus, e até 24 horas para identificar qual vírus está presente, sendo que este teste só detecta até 6 tipos de vírus diferentes, sendo dependente de análises visuais.

Importância do diagnóstico rápido – A investigação da causa da infecção é de extrema importância, porque dependendo do vírus a pessoa terá de ser isolada e receber tratamento específico, que só é efetivo até 48 horas após os primeiros sintomas.

Estima-se que as doenças respiratórias são as principais causas de internação hospitalar, sobretudo em crianças, idosos e pessoas que apresentam baixa imunidade (imunossuprimidos) ou doenças de base.

Além de sua capacidade de causar doenças, os vírus respiratórios apresentam tempo de incubação relativamente curto (de um a quatro dias, no caso do Influenza) e podem ser transmitidos de pessoa para pessoa pelo contato direto ou por gotas de saliva.

Pacientes infectados por vírus diferentes podem desenvolver uma série de sintomas comuns, sendo o diagnóstico laboratorial determinante para a aplicação da terapia correta, o que evita o uso indiscriminado de antibióticos, fator que leva à criação de organismos multirresistentes a medicamentos (superbactérias), e, em alguns casos, ajuda a diminuir o tempo de internação.


 

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