fbpx

Centro de diagnóstico oferece inovação no monitoramento da apneia do sono

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Alta Excelência Diagnóstica oferece monitoramento da doença que atinge 33% da população adulta e tem entre os sintomas ronco, respiração ofegante e sono agitado

A apneia do sono pode ser devastadora para a qualidade de vida e para a saúde de milhões de pessoas que se encontram nessa situação. A apneia obstrutiva do sono (AOS) é uma doença respiratória caracterizada por interrupções breves e repetidas do fluxo de ar que entra pelo nariz ou pela boca durante o sono, por um período de aproximadamente 10 segundos nos adultos. Essas interrupções podem ser completas (apneia) ou parciais com redução de 30% a 50% do fluxo de ar (hipopneia), podendo chegar a 500 episódios por noite nos quadros mais graves. Apesar da doença afetar 33% da população adulta no mundo, 95% dos portadores de AOS ainda não têm diagnóstico a respeito.

A patologia é grave e afeta diferentes momentos na vida das pessoas, em especial a produtividade no trabalho. Em geral, as empresas não têm conhecimento a respeito, mas os índices de absenteísmo, queda de concentração e acidentes de trabalho são acentuados em executivos e trabalhadores operacionais que têm a doença.

O diagnóstico geralmente é realizado pelo exame de polissonografia, mas muitas pessoas que têm indicações para investigar a doença deixam de realiza-lo devido a fatores como a longa espera para o agendamento ou a necessidade de dormir em um laboratório ou hospital para a realização do diagnóstico. Para minimizar o desconforto, o Alta Excelência Diagnóstica lança uma solução exclusiva junto com a Biologix: o dispositivo Monitoramento Digital da Apneia do Sono (MDAS), que acompanha o sono sem a necessidade de fios e cabos. O centro diagnóstico já oferecia o exame convencional para identificar a Apneia, a Polissonografia, mas buscou uma solução inovadora aliada às necessidades do mundo moderno, para triar e diagnosticar a doença na comodidade da casa do paciente. A inovação é indicada a pessoas ainda sem diagnóstico de AOS ou que estejam em tratamento.

“Para realizar o monitoramento digital, o paciente recebe no Alta o sensor para levar para casa. Este deve ser colocado em um dos dedos da mão durante o período do sono. As informações são transmitidas para o celular do paciente por tecnologia wireless (sem fio), via bluetooth. Dessa forma, as informações serão obtidas e analisadas, sem a necessidade do paciente dormir em outro local ou de colocar vários fios pelo corpo”, explica o neurorradiologista Marcio Garcia, gerente médico de inovação para o Alta Excelência Diagnóstica. “A oximetria já existe e é utilizada em outros países, mas nosso grande diferencial é a junção do dispositivo wireless com a monitorização contínua por meio do aplicativo do celular do paciente, que transforma a experiência em algo mais prático e agradável”, completa. Essa comodidade aumenta o engajamento do paciente, fator que hoje é um dos maiores desafios no acompanhamento e tratamento de doenças, além da ingestão de medicamentos, em todo o Mundo, pondera.

Aprovada pela Anvisa, a tecnologia tem validação clínica no InCor e foi apresentada no Congresso ATS2018 em San Diego, CA (EUA). O Sensor Oxistar™ Oxímetro de alta resolução e o Actígrafo deve ser colocado no dedo e o paciente acessa o aplicativo móvel App Biologix™ pode ser realizado pelas plataformas Android ou IOS. As informações são armazenadas em servidores próprios com toda a segurança (Cloud Biologix™). O sensor Oxistar traz oxímetro de alta resolução e Actígrafo (acelerômero) para uso contínuo durante a noite com wireless, é compacto e confortável, liga e desliga automaticamente e possui uma bateria recarregável com duração de 20 horas. Possui LEDs indicadores e certificações ANVISA, INMETRO e ANATEL. Já o aplicativo é fácil de usar, faz o compartilhamento de exames com médicos, possui banco de dados armazenado em nuvem, com segurança e criptografia e recursos de Inteligência Artificial com machine learning, além da entrada de canais adicionais: áudio do ronco, posição e esforço respiratório.

“A apneia atinge muitos brasileiros e a falta de diagnóstico leva ao não tratamento da maneira adequada”, conta a neurologista Rosa Hasan, responsável pelo setor de polissonografia do Alta. “Ter um sono fragmentado e não reparador com micro despertares imperceptíveis e a falta intermitente de oxigenação adequada do sangue e dos órgãos, são alguns sinais da necessidade de um exame”, completa.

Alguns sintomas e consequências podem ser alertas para a realização de um monitoramento, como: ronco alto e frequente, dificuldade de manter o sono, sonolência e cansaço diurno, acidentes com veículos, dificuldade de concentração, comprometimento da memória, perda de produtividade, diminuição da libido e impotência sexual.

Além disso, existem doenças associadas: 48% dos diabéticos têm apneia do sono1; 77% das pessoas com apneia ou hipopneia do sono estão obesas2; 30 a 83% dos hipertensos têm apneia do sono3; 76% dos pacientes com insuficiência cardíaca têm apneia do sono4; 30% dos pacientes com doença arterial coronariana5 e 49% dos pacientes com fibrilação atrial têm apneia do sono6; 65% dos pacientes que tiveram AVC (Acidente Vascular Cerebral) têm apneia do sono7; mulheres com SOP (Síndrome do ovário policístico) tem 30 vezes mais risco que a população normal de desenvolver apneia do sono8.


Fontes

  1. Einhorn et al. Endocr Pract 2007
  2. O’Keeffe & Patterson. Obes Surg 2004
  3. Logan et al. J Hypertens2001 e Sjostrom et al. Thorax 2002
  4. Oldenburg et al. Eur J Heart Fail 2007
  5. Schafer et al. Cardiology 1999
  6. Gami et al. Circulation 2004
  7. Dykenet al. Stroke 1996
  8. Vgontzas et al. J Clin Endocrinol Metab 2001

 

Confira a ultima edição da Newslab

Seções
Fechar Menu