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Exatidão de resultados de colesterol LDL apoia médico na promoção da saúde do paciente

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A utilização de um método confiável de determinação do colesterol LDL é essencial para os laboratórios e seus clientes

Não é novidade que o controle das taxas de colesterol é essencial para o bom funcionamento do organismo. Dividido em três classes de lipoproteínas –  lipoproteínas de muito baixa densidade (VLDL), lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e lipoproteínas de alta densidade (HDL) –, o colesterol desempenha funções importantes como síntese dos hormônios sexuais e da digestão. Entretanto, concentrações elevadas de LDL estão sendo consideradas como indicativos de diversos problemas graves de saúde.

As taxas elevadas de LDL estão associadas com a formação de ateromas, uma condição conhecida como aterosclerose, que é a principal causa de doença coronariana e outras formas de doenças cardíacas. Ou seja, o LDL é capaz de formar placas de gorduras na parede das artérias, dificultando o fluxo sanguíneo ou até mesmo obstruindo essa passagem. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), 67% da população brasileira não tem noção de como está dosagem de seu colesterol. Dentre os entrevistados que tinham essa informação, 61,5% afirmaram possuir taxas elevadas de colesterol.

Existem atualmente vários métodos para a determinação direta da concentração de LDL: imunosseparação, colorimetria enzimática, ultracentrifugação, beta quantificação, determinação por detergente seletivo, eletroforese enzimática e cromatografia em gel de alta resolução (HPGC). Segundo Geiza Souza, Consultora de Negócios da Labtest, o método utilizado é importante tanto para os laboratórios, quanto para os pacientes. “Como o colesterol LDL é um dado relevante para a avaliação do risco de doenças cardiovasculares, é necessário que haja exatidão no cálculo desse composto pelos laboratórios. Por isso, o método utilizado deve ser confiável”, afirma.

 Fórmula de Friedewald

A maneira mais comum de calcular as taxas de colesterol LDL é por meio da Fórmula de Friedewald. Nesse método, o LDL é calculado a partir das taxas de colesterol total, colesterol HDL e triglicérides. O método consiste em subtrair do valor do colesterol total a taxa de colesterol HDL e um quinto do valor do triglicérides. Entretanto, a exatidão desse método está atrelada à exatidão das outras determinações.

Alguns autores apontam que a fórmula de Friedewald possui graus de inexatidão. Indicamos aqui a leitura de um conteúdo técnico produzido pela Labtest, sobre os inconvenientes em se utilizar tal fórmula. Esse método também não cumpre o atual requerimento nas determinações de LDL em não exceder o erro total de 12%. Contudo, trata-se de um cálculo simples, de um método sem custo, o que viabiliza a popularização desse método entre os laboratórios.

A fórmula foi muito disseminada por ser de fácil execução, mas o próprio Friedewald (criador da fórmula) afirma que há limitações. “Por exemplo, quando a taxa de triglicérides de um paciente é acima de 400 (mg/dL), ela não pode ser utilizada. Levando em consideração os dados da SBC sobre o perfil da população brasileira, ela não deveria ser amplamente aplicada no Brasil. Mas ainda assim é muito utilizada devido à facilidade de execução”, explica Geiza Souza.

Após mais de quatro décadas utilizando a fórmula de Friedewald, Martin et al sugeriram um método para estimar o valor de LDL quando as concentrações de triglicérides do paciente superarem 400 mg/dL. Por sugestão dos autores, variações de triglicérides são consideradas na fórmula, minimizando (mas não eliminando!) o impacto de altas concentrações do lípide. Para tal, aplica-se a fórmula LDL= CT-HDL –TG/X, onde X é um fator que varia de 3,1 a 11,9, dependendo da concentração encontrada de triglicérides na amostra.

Fonte: Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2017 – Faludi et al.

 

Detergente perspicaz

Na busca de soluções de diagnóstico in vitro para um resultado satisfatório, a Labtest oferece um sistema automatizado para determinação quantitativa e direta da lipoproteína de baixa densidade (LDL) em amostras de soro e plasma. Por meio da metodologia chamada “surfactante seletivo“, é possível determinar com exatidão e precisão os valores de colesterol LDL.

Trata-se, portanto, da utilização de um detergente não iônico que inibe especificamente as reações das lipoproteínas de alta densidade (Colesterol HDL), da lipoproteina de muito baixa densidade (VLDL) e dos quilomicrons (CM). Ou seja, nesse sistema, a especificidade de medição do LDL é resultado da ação seletiva desse detergente encontrado no reagente, possibilitando que as reações subsequentes utilizem apenas o colesterol LDL.     “A Labtest se preocupa com que os laboratórios liberem laudos precisos, exatos e livres de interferentes para os pacientes. Caso o resultado entregue apresente variações ou erros acima do intervalo especificado, o tratamento do paciente pode ser prejudicado“, alerta Geiza.

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