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Médicos residentes do Emílio Ribas sinalizam paralisação para amanhã, dia 11

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Caso a administração do hospital não atenda às reivindicações até às 16h de hoje, haverá indicativo de paralisação nos atendimentos amanhã

Os médicos residentes do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER) divulgaram um indicativo de paralisação devido à falta de resolutividade da administração do hospital em resolver a falta de tomógrafo (quebrado há quase dois meses) e de ressonância magnética (quebrado há dois anos), além de número insuficiente de ambulâncias. Caso as reivindicações não sejam atendidas até às 16h de hoje, dia 10 de dezembro, haverá paralisação nos atendimentos amanhã, dia 11.

O coordenador geral da Associação dos Médicos residentes do IIER, Natanael Adiwardana, conta que os profissionais se esforçam diariamente em uma rotina intensa de exames radiológicos mínimos e, por vezes, insuficientes para esclarecer diagnósticos neurológicos e respiratórios complexos. “Agora sem sequer uma tomografia, escancaramos publicamente a fragilidade de nossos processos administrativos no que tange ao contingenciamento adequado para a realização do exame e quem sofre com isso é a população”.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, enquanto a administração do hospital tenta mostrar uma imagem de referência nos atendimentos, os pacientes sofrem. “O Emílio Ribas sofre com a má administração e subfinanciamento do SUS. A população precisa saber o que se passa nesse hospital tão importante”.

As reivindicações dos residentes são:

  • Retomada imediata dos exames de tomografia computadorizada;
  • Determinação de plano específico e permanente de contingência para o processo de exames de imagem (tomografia computadorizada e ressonância magnética) que sejam suficientes para não postergar os exames de imagem em mais de 24 horas e também de processos de remoção hospitalar de pacientes de alta complexidade, com demanda de suporte intensivo;­
  • Co-participação ativa dos médicos residentes no processo de planejamento dos planos de contingência;
  • Determinação do processo de avaliação da qualidade e efetividade dos planos; e
  • Divulgação pública e ampla dos planos idealizados.

Fonte: SIMESP

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