fbpx

Proposta de novo método diagnóstico de Zika é proposto por pesquisa da UFMG

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Uma pesquisa do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG desenvolveu um novo método para diagnosticar o zika vírus. Considerando que os atuais meios de detectar a infecção podem dar resultados incorretos, positivos ou negativos, os pesquisadores encontraram uma alternativa. Eles fizeram testes com o vírus isolado e com amostras de pacientes infectados, utilizando a metodologia de PCR digital em gotas que, sendo mais sensível, oferece resultados mais confiáveis.

Desenvolvida por Priscila Nogueira Boggione Guimarães, junto ao curso de Mestrado Profissional em Microbiologia Aplicada, a pesquisa foi orientada pelo professor Jônatas Santos Abrahão, em parceria com o laboratório de análises clínicas Instituto Hermes Pardini.

Priscila Nogueira explica que o método PCR digital em gotas já é utilizado para identificar mutações de um gene relacionado ao adenocarcinoma de pulmão e que através do uso desta metodologia foi capaz de detectar com precisão o RNA do zika vírus no sangue, inclusive em baixas cargas virais. “A novidade desse estudo é que ele mostra um melhor desempenho do PCR digital em gotas também para a detecção do zika vírus em baixas cargas virais, características dos períodos iniciais e finais da infecção”, afirma a mestranda.

Segundo a pesquisadora, se validada a aplicação deste método, ele poderá substituir o atual em várias circunstâncias e ajudar no diagnóstico precoce da infecção. Para mulheres grávidas, tendo em vista o desenvolvimento da microcefalia em bebês, isso se torna de grande importância, além de poder auxiliar na prevenção de possíveis epidemias.

Confira a ultima edição da Newslab

Seções
Fechar Menu