Informações: Elton Alisson | Agência FAPESP
Quatro anos após causar uma das maiores epidemias no Brasil, o zika continua a assombrar o país. Apesar de sua circulação ter diminuído nos últimos anos, o vírus ainda representa uma séria ameaça de saúde pública.
O alerta foi feito por Celina Maria Turchi Martelli, pesquisadora do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Pernambuco, durante uma mesa-redonda sobre doenças emergentes realizada terça-feira (23/07) na 71ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
Com o tema “Ciência e inovação nas fronteiras da bioeconomia, da diversidade e do desenvolvimento social”, o evento ocorre até sábado (27/07) no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande.
“Apesar de a circulação do vírus zika ter reduzido no Brasil, ela continua existindo. E algumas perguntas que fazemos é se estamos preparados para novos surtos e o que está sendo feito para melhorar o diagnóstico clínico e laboratorial dessa e de outras arboviroses”, disse Martelli.
Epidemia de Zika e sua relação com a microcefalia em crianças chocou a comunidade médico-científica do país.




