A perda de resistência óssea pode avançar durante anos sem provocar dor ou qualquer manifestação perceptível. Em muitos pacientes, o primeiro sinal da osteoporose surge apenas após uma fratura, frequentemente desencadeada por uma queda de baixa energia. Quando isso acontece, a fragilidade do esqueleto pode estar instalada há muito tempo, revelando uma condição que poderia ter sido identificada anteriormente.
Celebrado em 20 de outubro, o Dia Mundial e Nacional da Osteoporose coloca em evidência um desafio crescente para os sistemas de saúde. A doença está associada ao envelhecimento populacional, mas sua prevenção exige atenção em diferentes fases da vida. Para a medicina diagnóstica, o cenário reforça a necessidade de integrar avaliação clínica, densitometria óssea e exames laboratoriais capazes de identificar alterações metabólicas e possíveis causas secundárias de fragilidade esquelética.
A dimensão do problema é expressiva. Em análise divulgada em fevereiro de 2026, a International Osteoporosis Foundation (IOF) destacou que aproximadamente 500 milhões de pessoas vivem com osteoporose no mundo. Segundo a entidade, uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima dos 50 anos sofrerão uma fratura relacionada à osteoporose ao longo da vida.
O impacto global da osteoporose
Até 80%
dos pacientes que sofrem fraturas por fragilidade podem permanecer sem acompanhamento adequado para prevenir novas fraturas, segundo estimativas divulgadas pela IOF em 2026.
Apesar dos avanços no reconhecimento de fatores de risco e da disponibilidade de tratamentos eficazes, a osteoporose permanece amplamente subdiagnosticada. A lacuna assistencial é particularmente preocupante porque uma fratura anterior constitui um importante indicador de risco para novos eventos.
Uma alteração silenciosa na estrutura dos ossos
A osteoporose é uma doença esquelética caracterizada pelo comprometimento da resistência óssea, associado à redução da densidade mineral e à deterioração da microarquitetura do tecido ósseo. Essas alterações tornam o esqueleto progressivamente mais suscetível a fraturas, mesmo diante de esforços ou impactos que normalmente não provocariam lesões.
O processo está relacionado ao desequilíbrio da remodelação óssea, mecanismo fisiológico responsável pela renovação contínua do esqueleto. Em condições normais, a reabsorção promovida pelos osteoclastos e a formação de novo tecido pelos osteoblastos permanecem funcionalmente coordenadas.
Com o envelhecimento, alterações hormonais e metabólicas podem favorecer a reabsorção em relação à formação óssea, contribuindo para a perda progressiva de massa e resistência esquelética.
Nas mulheres, a redução dos níveis de estrogênio após a menopausa representa um dos principais fatores associados à aceleração desse processo. Entretanto, a osteoporose também acomete homens e pode estar relacionada a condições como hipogonadismo, hiperparatireoidismo, doenças inflamatórias, distúrbios de absorção intestinal e uso prolongado de glicocorticoides.
As fraturas vertebrais, do quadril e do rádio distal estão entre as manifestações mais características. As vertebrais merecem atenção particular, pois podem ocorrer sem um episódio traumático evidente e permanecer clinicamente não reconhecidas.
A ausência de sintomas não significa ausência de risco. Em muitos casos, a primeira fratura representa a manifestação inicial de uma doença óssea estabelecida há anos.
Perda de estatura, deformidades posturais e dor persistente nas costas podem indicar fraturas vertebrais, embora parte delas não produza sintomas significativos.
A repercussão clínica ultrapassa o evento ortopédico. Fraturas por fragilidade podem comprometer a mobilidade, favorecer a dependência funcional e aumentar o risco de novas fraturas, com consequências importantes sobre a qualidade de vida e a sobrevida dos pacientes.
No Brasil, diretrizes atualizadas reforçam a identificação precoce
O Brasil dispõe de uma referência nacional recente para orientar a investigação e o manejo da doença. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Osteoporose, aprovado pela Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 22, de outubro de 2025, teve seu anexo atualizado em janeiro de 2026.
O documento estabelece critérios para diagnóstico, avaliação do risco de fraturas, tratamento e acompanhamento dos pacientes no Sistema Único de Saúde, reunindo evidências clínicas e epidemiológicas relevantes para a realidade brasileira.
Entre os estudos nacionais de referência está o BRAZOS (Brazilian Osteoporosis Study), investigação epidemiológica que avaliou 2.420 brasileiros com 40 anos ou mais, provenientes de diferentes regiões do país.
Estudo BRAZOS | Fraturas por baixo impacto
15,1%
das mulheres avaliadas
12,8%
dos homens avaliados
Percentuais de participantes com relato de fratura por fragilidade no estudo epidemiológico BRAZOS. Os dados não representam a prevalência nacional de osteoporose em 2026.
A inclusão desses resultados nas discussões sobre saúde óssea evidencia a importância de reconhecer antecedentes de fraturas e outros fatores clínicos de risco. O protocolo brasileiro reforça a necessidade de identificação dos pacientes vulneráveis e de encaminhamento oportuno para investigação e tratamento.
Densitometria óssea: além de um resultado numérico
A densitometria óssea por absorciometria de raios X de dupla energia, conhecida pela sigla DXA, permanece como o principal método de avaliação da densidade mineral óssea (DMO).
O exame quantifica a massa mineral em regiões de interesse clínico, especialmente coluna lombar e fêmur proximal, oferecendo informações essenciais para o diagnóstico, a estratificação de risco e o acompanhamento da osteoporose.
Nas mulheres após a menopausa e nos homens com 50 anos ou mais, a classificação densitométrica utiliza o T-score, indicador que compara a densidade mineral óssea do paciente com valores de referência de adultos jovens.
Interpretação do T-score
T-score ≥ −1,0
Densidade mineral óssea normal.
T-score entre −1,0 e −2,5
Baixa massa óssea, frequentemente denominada osteopenia.
T-score ≤ −2,5
Critério densitométrico de osteoporose.
Entretanto, a avaliação do risco de fraturas não deve se limitar a esse indicador. Pacientes com baixa massa óssea, mesmo sem atingir o limiar densitométrico de osteoporose, podem apresentar risco elevado, especialmente na presença de idade avançada, fraturas prévias, histórico familiar ou uso de medicamentos que comprometem a saúde óssea.
A investigação densitométrica é particularmente relevante para mulheres a partir dos 65 anos, homens a partir dos 70 anos e indivíduos mais jovens com fatores de risco que justifiquem o exame.
Uma fratura por fragilidade em local característico também pode fundamentar o diagnóstico clínico de osteoporose, conforme as circunstâncias e os critérios estabelecidos nas diretrizes, mesmo quando o T-score não atinge −2,5.
Ferramentas como o FRAX Brasil auxiliam na estimativa da probabilidade de fraturas em dez anos, considerando fatores clínicos e, quando disponível, a densidade mineral óssea do colo femoral. Sua aplicação deve respeitar os parâmetros de referência e os critérios de intervenção adequados à população avaliada.
Em pacientes mais jovens, a interpretação exige critérios específicos. Para mulheres antes da menopausa e homens com menos de 50 anos, as recomendações da International Society for Clinical Densitometry (ISCD) priorizam o Z-score, evitando a aplicação indiscriminada da classificação utilizada para populações mais velhas.
Medicina laboratorial: investigar as causas por trás da fragilidade óssea
Embora a densitometria represente uma ferramenta central na avaliação da osteoporose, ela não identifica, isoladamente, as alterações metabólicas responsáveis pelo comprometimento da saúde óssea.
É nesse contexto que a medicina laboratorial assume particular relevância. Os exames bioquímicos e hematológicos permitem investigar condições associadas à perda de massa óssea, reconhecer possíveis causas secundárias e identificar alterações que possam interferir na escolha ou na segurança do tratamento.
O PCDT brasileiro contempla diferentes parâmetros laboratoriais, selecionados conforme a avaliação clínica e as hipóteses diagnósticas. Entre os exames que podem integrar essa investigação, destacam-se:
- Cálcio, fósforo e albumina:
contribuem para a avaliação da homeostase mineral e de possíveis distúrbios metabólicos associados. - 25-hidroxivitamina D [25(OH)D]:
permite avaliar o estado de vitamina D quando há indicação clínica, especialmente na investigação de doença óssea metabólica. - Paratormônio (PTH):
auxilia na identificação de alterações da regulação do cálcio, incluindo hiperparatireoidismo. - Creatinina e função renal estimada:
permitem investigar alterações renais relacionadas ao metabolismo mineral e orientar decisões terapêuticas. - Fosfatase alcalina:
pode contribuir para a identificação de condições associadas ao aumento da atividade de formação óssea, considerando suas diferentes origens teciduais. - Hemograma e exames complementares:
auxiliam na investigação de condições sistêmicas e doenças secundárias, conforme a suspeita clínica.
Dependendo da apresentação clínica, a avaliação pode incluir TSH, T4 livre, testosterona em homens selecionados, eletroforese de proteínas séricas, testes relacionados à doença celíaca e investigação da excreção urinária de cálcio.
Cada exame deve responder a uma questão clínica específica. A solicitação indiscriminada de um painel extenso não substitui a avaliação individualizada dos fatores de risco e dos achados clínicos.
Atenção à interpretação laboratorial
Exames bioquímicos normais não excluem osteoporose.
O cálcio sérico, por exemplo, pode permanecer dentro dos intervalos de referência mesmo em pacientes com perda significativa de massa óssea. A investigação laboratorial complementa a avaliação clínica e densitométrica, sem substituí-la.
O valor dessa investigação está na capacidade de esclarecer mecanismos fisiopatológicos, identificar condições potencialmente tratáveis e fornecer informações que orientem a conduta médica.
Biomarcadores de remodelação óssea: o que revelam as evidências mais recentes?
Os marcadores bioquímicos de remodelação óssea representam uma área de crescente interesse na avaliação da osteoporose. Diferentemente da densitometria, que quantifica a densidade mineral em determinado momento, esses biomarcadores fornecem informações sobre a atividade metabólica relacionada à formação e à reabsorção do tecido ósseo.
Em março de 2025, um consenso internacional publicado no periódico Osteoporosis International atualizou as evidências sobre sua aplicação clínica.
Elaborado por especialistas da International Osteoporosis Foundation (IOF), da International Federation of Clinical Chemistry and Laboratory Medicine (IFCC) e da European Society for Clinical and Economic Aspects of Osteoporosis, Osteoarthritis and Musculoskeletal Diseases (ESCEO), o documento reafirmou dois biomarcadores de referência.
Marcador de formação óssea
PINP
O propeptídeo N-terminal do procolágeno tipo I reflete a síntese de colágeno tipo I, principal componente orgânico da matriz óssea. Suas concentrações fornecem informações relacionadas à atividade de formação do tecido esquelético.
Marcador de reabsorção óssea
β-CTX-I
O telopeptídeo C-terminal beta-isomerizado do colágeno tipo I está associado à degradação do colágeno durante a reabsorção óssea, refletindo a atividade osteoclástica.
A principal aplicação clínica desses biomarcadores está no monitoramento da resposta ao tratamento. Suas concentrações podem apresentar modificações relativamente precoces após o início de terapias antirreabsortivas ou osteoanabólicas, oferecendo informações sobre a resposta metabólica antes que mudanças significativas sejam detectadas pela densitometria.
Essa característica pode contribuir para a avaliação da resposta terapêutica e para a identificação de possíveis dificuldades de adesão ao tratamento.
Entretanto, o consenso internacional de 2025 estabelece limites importantes. Embora concentrações elevadas de determinados marcadores estejam associadas ao risco de fraturas em grupos específicos, sua contribuição adicional aos modelos convencionais de predição ainda exige evidências mais robustas.
Os biomarcadores de remodelação óssea ampliam as possibilidades de acompanhamento, mas não substituem a densitometria nem devem ser utilizados isoladamente para confirmar ou excluir osteoporose.
A confiabilidade dos biomarcadores começa antes da análise
A incorporação de biomarcadores de remodelação óssea à prática laboratorial exige atenção rigorosa às variáveis pré-analíticas e analíticas que podem influenciar suas concentrações.
O β-CTX-I apresenta variação circadiana acentuada e é sensível à ingestão alimentar. O consenso IOF/IFCC/ESCEO de 2025 recomenda que a coleta destinada à avaliação dos marcadores de reabsorção óssea seja realizada preferencialmente entre 7h30 e 10h, após jejum noturno.
Para a determinação de β-CTX-I, o documento recomenda plasma com EDTA, em razão de sua maior estabilidade em determinadas condições, além de processamento oportuno e armazenamento adequado das amostras. A aplicação dessas recomendações deve considerar os requisitos e as validações do sistema analítico utilizado.
O PINP apresenta menor influência do ritmo circadiano e da alimentação. Ainda assim, sua interpretação depende das características do ensaio, da variabilidade biológica e das condições clínicas do paciente.
Para o acompanhamento longitudinal, a consistência metodológica é fundamental. Diferenças entre plataformas, procedimentos de coleta e intervalos de referência podem comprometer a comparabilidade dos resultados.
A função renal representa outro fator relevante. Em pacientes com doença renal crônica, alterações da depuração de determinados marcadores podem interferir em suas concentrações, exigindo cuidados adicionais na interpretação.
O consenso internacional recomenda considerar a fosfatase alcalina óssea (BALP) e a fosfatase ácida resistente ao tartarato 5b (TRACP5b) como marcadores de referência para formação e reabsorção óssea, respectivamente, na investigação da osteoporose associada à doença renal crônica.
A recomendação ressalta a necessidade de novos estudos para definir melhor sua utilização em diferentes estágios da doença renal e situações terapêuticas. Para os laboratórios, essas evidências reforçam a importância da padronização, do controle da qualidade e da interpretação dos resultados dentro do contexto clínico.
Tratamento individualizado e prevenção de novas fraturas
A abordagem terapêutica da osteoporose depende da gravidade da doença, da probabilidade de fraturas e das condições clínicas individuais.
Além das intervenções sobre hábitos de vida e fatores de risco modificáveis, determinados pacientes necessitam de tratamento farmacológico para reduzir a perda óssea ou estimular a formação de novo tecido.
A escolha terapêutica deve considerar o histórico de fraturas, a densidade mineral óssea, a função renal, as contraindicações e a necessidade de acompanhamento ao longo do tempo.
O PCDT brasileiro atualizado estabelece critérios para diferentes opções terapêuticas, incluindo bisfosfonatos e, em situações específicas de osteoporose grave com falha terapêutica, o romosozumabe, conforme os critérios de elegibilidade estabelecidos no protocolo.
A importância de uma abordagem individualizada também foi destacada em posicionamento científico publicado em 2024 no Journal of Bone and Mineral Research, pela American Society for Bone and Mineral Research (ASBMR) e pela Bone Health & Osteoporosis Foundation (BHOF).
O documento defende estratégias orientadas por objetivos terapêuticos, considerando o histórico de fraturas, a densidade mineral óssea e o risco individual. Pacientes com fraturas recentes ou risco muito elevado podem necessitar de intervenções capazes de promover redução mais rápida da probabilidade de novos eventos.
A primeira fratura não deve encerrar a investigação
A prevenção secundária constitui uma etapa essencial do cuidado. Uma fratura por fragilidade deve motivar a investigação da saúde óssea e a avaliação de medidas capazes de evitar recorrências.
Modelos assistenciais como os Fracture Liaison Services (FLS), serviços de coordenação de cuidados pós-fratura, buscam organizar esse acompanhamento, estabelecendo a conexão entre o atendimento ortopédico, a investigação diagnóstica e o cuidado continuado.
Para os sistemas de saúde, essa integração representa uma oportunidade de reduzir lacunas assistenciais e melhorar o reconhecimento de pacientes em risco, especialmente aqueles que já apresentaram uma fratura e permanecem sem tratamento da doença subjacente.
Saúde óssea começa muito antes do envelhecimento
A campanha mundial de 2026, coordenada pela International Osteoporosis Foundation, destaca a importância de construir, proteger e fortalecer os ossos durante toda a vida.
A proposta considera que a saúde esquelética na idade adulta depende, em parte, da aquisição adequada de massa óssea durante a infância e a adolescência, seguida de medidas capazes de preservar sua integridade nas décadas posteriores.
Entre as medidas de proteção recomendadas estão:
- Alimentação equilibrada, com ingestão adequada de cálcio e proteínas.
- Exercícios regulares de fortalecimento muscular e atividades com sustentação de peso, respeitando as condições individuais.
- Avaliação de fatores de risco e investigação clínica quando indicada.
- Prevenção de quedas, especialmente em pessoas idosas e pacientes com mobilidade reduzida.
- Redução de fatores de risco modificáveis, como tabagismo e consumo excessivo de álcool.
- Adesão ao tratamento e acompanhamento periódico nos casos de osteoporose diagnosticada.
Em pessoas com risco elevado, essas medidas devem ser associadas à avaliação médica e, quando indicado, ao tratamento específico.
A prevenção também exige reconhecer que a osteoporose não constitui uma consequência inevitável do envelhecimento. Fatores genéticos, hormonais, nutricionais, metabólicos e comportamentais influenciam sua ocorrência e evolução, permitindo intervenções em diferentes momentos da vida.
O desafio de diagnosticar antes que a fratura aconteça
O avanço das evidências científicas vem ampliando as possibilidades de avaliação e acompanhamento da osteoporose. A combinação entre métodos de imagem, investigação metabólica e marcadores bioquímicos permite compreender diferentes dimensões da saúde óssea e identificar situações que exigem atenção especializada.
Para os laboratórios de análises clínicas, esse cenário valoriza a qualidade dos resultados, a interpretação adequada dos exames e o reconhecimento de fatores que podem comprometer sua confiabilidade.
O desafio permanece na identificação oportuna dos pacientes, especialmente daqueles que apresentam fatores de risco, mas ainda não desenvolveram manifestações clínicas evidentes.
No Dia Mundial e Nacional da Osteoporose, a mensagem central permanece sustentada pelas evidências disponíveis: prevenir fraturas exige reconhecer a fragilidade óssea antes que suas consequências comprometam a saúde e a autonomia dos pacientes.
Transformar o conhecimento científico em diagnóstico oportuno, prevenção e acompanhamento contínuo é fundamental para preservar a mobilidade, a independência e a qualidade de vida ao longo do envelhecimento.
Referências
- Ministério da Saúde, Brasil. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose. Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 22, de 22 de outubro de 2025. Anexo atualizado em 29 de janeiro de 2026.
Consultar documento oficial. - International Osteoporosis Foundation. Addressing a hidden crisis: The global neglect of bone health. Fevereiro de 2026.
Consultar publicação. - Bhattoa HP et al. Update on the role of bone turnover markers in the diagnosis and management of osteoporosis: a consensus paper from ESCEO, IOF and IFCC. Osteoporosis International. 2025;36:579-608.
DOI: 10.1007/s00198-025-07422-3. - Cosman F et al. Goal-directed osteoporosis treatment: ASBMR/BHOF task force position statement 2024. Journal of Bone and Mineral Research. 2024;39:1393-1405.
DOI: 10.1093/jbmr/zjae119. - Pinheiro MM et al. Clinical risk factors for osteoporotic fractures in Brazilian women and men: the Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS). Osteoporosis International. 2009.
Consultar estudo. - International Society for Clinical Densitometry. Official Adult Positions. 2023.
Consultar recomendações. - International Osteoporosis Foundation. World Osteoporosis Day 2026 Campaign.
Consultar campanha oficial.