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Sociedade Brasileira de Hansenologia avalia pacientes em Melgaço

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Município paraense tem o pior IDH do Brasil e SBH acredita que o número de casos aumentará com a ação de busca ativa

O presidente da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), Claudio Salgado, encabeça equipe de cinco profissionais que visitam o município paraense de Melgaço para uma ação de busca ativa de casos de hanseníase e capacitação de profissionais de saúde.

Melgaço fica no Arquipélago de Marajó, e ficou conhecido como o município com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. A visita começa hoje, 18, e termina dia 22 de março.

A cidade tem uma população estimada em pouco mais de 27 mil habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018. Melgaço teve uma taxa anual de detecção de casos novos de hanseníase considerada como de média endemicidade de 2014 a 2017, com um aumento significativo em 2018. Mesmo com o aumento no último ano, o presidente da SBH acredita que o número de casos deve ser muito maior que os oficialmente reportados.

A SBH tem promovido ações de busca ativa de casos em várias regiões brasileiras, especialmente naquelas que apresentam alta endemicidade para a hanseníase. Porém, o presidente da entidade alerta que o problema da hanseníase ocorre em todo o Brasil.

Agenda de trabalho

18/3 – 2ª feira

TARDE: Aula teórica para profissionais de saúde locais

19/3 – 3ª feira

Manhã: Visitas domiciliares (Bairro Centro)

Tarde: Visitas domiciliares (Bairro Centro e Tucumã)

20/3 – 4ª feira

Manhã: Visitas domiciliares (Bairro Centro)

Tarde: Visitas domiciliares (Bairro Centro)

21/3 – 5ª feira

Manhã: Visitas domiciliares (Bairro Centro)

Tarde: Visitas domiciliares (Bairro Centro)

22/3 – 6ª feira

Encerramento dos trabalhos

Tarde: Retorno para Belém

NCDR (taxa de detecção anual na população em geral para cada 100 mil habitantes_

ANO      CASOS NOVOS                 POPULAÇÃO     NCDR    CLASSIFICAÇÃO
2018     
9                                             27415                    32,83     endemia muito alta
2017      2                                            
27415                    7,30       endemia média
2016      2                                            
27415                    7,30       endemia média
2015      2                                            
27415                    7,30       endemia média
2014      2                                            
27415                    7,30       endemia média

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